O Parque Arqueológico do Vale do Côa, aberto ao público a 10 de agosto de 1996, assinalou 30 anos de atividade com um balanço que confirma o seu peso no turismo cultural do interior. Até julho de 2026, tinha recebido mais de 400 mil visitantes e mantém cerca de 1.600 rochas com gravuras catalogadas ao longo do vale.
O conjunto de arte rupestre ao ar livre do Côa foi classificado como monumento nacional em 1997 e inscrito na lista do Património Mundial da UNESCO em dezembro de 1998, sendo hoje uma das referências mundiais da arte paleolítica gravada em rocha.
Apesar do crescimento sustentado do número de visitantes, a Fundação Côa Parque reconhece limitações que condicionam a operação, sobretudo ao nível dos recursos humanos e da sazonalidade. Nos primeiros meses do ano, as gravuras nem sempre estão acessíveis à visita devido às condições meteorológicas e ao risco de subida das águas do rio Côa. A fundação trabalha na aquisição de novas viaturas para o transporte de visitantes aos vários núcleos de gravuras.
Com base em informação do Público e do Diário de Viseu.
