O incêndio que começou a 27 de julho no Rochoso, no concelho da Guarda, alastrou aos territórios vizinhos e chegou ao concelho de Pinhel, atingindo em particular a freguesia de Pínzio e a União das Freguesias de Atalaia e Safurdão. As chamas foram dominadas na madrugada de 29 de julho.
As câmaras de Pinhel, Guarda e Almeida iniciaram o levantamento dos prejuízos, com o apoio das juntas de freguesia e dos serviços agrícolas, para identificar os moradores afetados — nomeadamente os que precisam de apoio na alimentação dos animais. A presidente da Câmara de Pinhel, Daniela Capelo, indicou que os danos dizem essencialmente respeito a pastagens e terrenos agrícolas, não se registando habitações destruídas nem feridos com gravidade.
No combate estiveram envolvidos vários meios e centenas de operacionais. A autarquia destacou a mobilização de recursos e a coordenação entre entidades, reconhecendo ao mesmo tempo que há aspetos a melhorar na resposta.
Com base em informação do Jornal o Interior, da RTP/Lusa e do Município de Pinhel.
