Casa operária que preserva a memória da greve geral de 18 de janeiro de 1934, quando os vidreiros da Marinha Grande tomaram o controlo da cidade.

Casa operária que preserva a memória da greve geral de 18 de janeiro de 1934, quando os vidreiros da Marinha Grande tomaram o controlo da cidade.
Instalada numa antiga casa operária junto à Praça Guilherme Stephens, esta Casa-Museu documenta a greve geral revolucionária de 18 de janeiro de 1934, episódio em que os operários vidreiros da Marinha Grande chegaram a tomar o controlo da cidade — o único ponto do país onde o levantamento foi bem-sucedido, ainda que por pouco tempo. O espaço funciona como memorial e centro documental sobre a revolta e sobre quem nela participou e foi posteriormente perseguido.
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Museu dedicado à história da indústria do vidro, instalado no Palácio Stephens, ex-líbris da Marinha Grande.
Museu de escultura dedicado à obra do mestre marinhense Joaquim Correia, no Palácio Taibner de Morais.
Farol histórico sobre a falésia junto a São Pedro de Moel, um dos ex-líbris da costa da Marinha Grande.