Duas árvores serão removidas no Parque de Campismo das Taipas no dia 31 de agosto, às 8 horas, por razões de segurança pública. Um dos exemplares encontra-se morto, enquanto o segundo apresenta danos irreversíveis causados pelo fungo Fomitiporia punctata, conhecido como cancro do plátano.
O cancro do plátano é uma patologia que compromete a estrutura interna da árvore, tornando-a instável e perigosa para pessoas e bens nas proximidades. A segunda árvore, já morta, também representa um risco de queda e obstrução.
A decisão de abate foi tomada com base em critérios técnicos e científicos rigorosos. O Gabinete de Gestão de Arvoredo do Laboratório da Paisagem acompanha estas intervenções e fundamenta cada remoção em parecer especializado.
O Município reconhece a importância das árvores para os ecossistemas urbanos e a mitigação das alterações climáticas. Por isso, todas as intervenções em arvoredo urbano são acompanhadas por planos de replantação, promovendo uma gestão responsável e sustentável. Esta estratégia garante que cada remoção é compensada pela plantação de novos exemplares, mantendo o equilíbrio ecológico da cidade.
