A Metro Mondego está a concluir um levantamento das vulnerabilidades do canal suburbano entre Coimbra e Lousã, com o objectivo de identificar as intervenções necessárias e executá-las de forma gradual. A empresa reserva cerca de 2 milhões por ano para trabalhos de manutenção.
A ligação entre Lousã e Serpins, interrompida desde Janeiro após deslizamentos de terras, foi retomada num troço de 6 quilómetros. Os trabalhos de reposição das condições de segurança custaram cerca de 3 milhões de euros.
A Metro Mondego contractou a IP Engenharia para apoiar tecnicamente o levantamento das vulnerabilidades. A mesma entidade apoia também os estudos para eventual expansão do sistema Metrobus aos concelhos de Condeixa-a-Nova, Cantanhede e Mealhada, bem como novas extensões dentro do perímetro urbano de Coimbra.
O presidente da Metro Mondego espera ter até ao final do ano alguns estudos contractualizados, começando por análises de procura, custo-benefício e impacto ambiental. Caso a primeira fase seja validada pela tutela, poderão posteriormente avançar os estudos dos projectos de execução.
O presidente da Câmara Municipal da Lousã defendeu a criação de uma estação do Metrobus na Zona Industrial do Alto do Padrão. Já foi dada indicação interna para apurar o custo da obra, com vista à eventual inclusão no orçamento da Metro Mondego para 2027.
