Mata histórica do século XVI no centro da cidade, com quase 17 hectares — o pulmão verde das Caldas da Rainha.
Mata histórica do século XVI no centro da cidade, com quase 17 hectares — o pulmão verde das Caldas da Rainha.
Criada no século XVI por vontade da Rainha D. Leonor como extensão do hospital termal e espaço de recuperação para quem procurava as águas, a Mata Rainha Dona Leonor continua a ser o grande pulmão verde de Caldas da Rainha, com quase 17 hectares. Além de proteger as nascentes que abastecem a região, reúne uma grande diversidade de espécies botânicas autóctones e exóticas. É espaço de passeio e lazer para os caldenses e acolhe também o campo do clube de futebol da cidade e um pavilhão desportivo multiusos, onde decorrem provas e eventos ao longo do ano.
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Igreja matriz de Caldas da Rainha, de origem quinhentista, ligada à fundação do hospital termal pela Rainha D. Leonor.
Museu de arte no Parque D. Carlos I, dedicado à pintura e escultura portuguesas dos séculos XIX e XX, com destaque para José Malhoa.
Museu dedicado à faiança e à cerâmica artística das Caldas, referência da tradição oleira da cidade.