A proposta inicial do "Mapa Verde" previa uma significativa expansão de infraestruturas de energia renovável na região de Leiria. O documento foi sujeito a consulta pública, permitindo que autarquias, associações e cidadãos se pronunciassem sobre a viabilidade e o impacto do plano.
O Governo, após considerar as contribuições recebidas, aprovou uma versão substancialmente reduzida. A área com potencial para acolher painéis solares e parques eólicos diminuiu em 64% relativamente à proposta inicial.
Esta redução resultou das preocupações levantadas por autarquias e associações durante o processo de consulta, bem como de alterações efectuadas às regras que orientavam a seleção das áreas elegíveis. As novas critérios refletem uma abordagem mais restritiva para a implantação de infraestruturas energéticas.
A mudança de escala do plano pode condicionar a resposta da região às metas nacionais de transição energética. Ao mesmo tempo, a versão final procura equilibrar a necessidade de expansão energética com outras prioridades de uso do território.
